Em resumo
A Caderneta da Gestante descreve o trabalho de parto em cinco etapas: a fase latente, com dilatação de até 4 cm, a fase ativa, de 4 a 5 cm até 10 cm, a transição, a expulsão, quando o bebê nasce, e a dequitação, a saída da placenta. As Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal falam em três períodos e dão para a fase ativa uma média de 8 horas no primeiro parto e de 5 horas nos seguintes. O ACOG, nos Estados Unidos, começa a fase ativa aos 6 cm. A fase latente pode levar muitas horas ou até dias (NHS).
Neste artigo
As fases do trabalho de parto seguem uma ordem: o colo do útero se abre, o bebê nasce e a placenta sai. Os centímetros que você ouve na maternidade medem a dilatação, ou seja, quanto o colo do útero já abriu. Cada trabalho de parto tem o seu ritmo, então os tempos abaixo são faixas típicas, tiradas da Caderneta da Gestante e das Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, do Ministério da Saúde, e de fontes como o ACOG, a NICE e o NHS.
Quais são as fases do trabalho de parto?
A Caderneta da Gestante descreve cinco etapas: a fase latente, a fase ativa, a fase de transição, a fase de expulsão e a dequitação, que é a saída da placenta. As Diretrizes Nacionais falam em três períodos:
- O primeiro período vai do começo do trabalho de parto até a dilatação completa, de 10 cm. Ele tem a fase de latência e o trabalho de parto estabelecido, ou ativo.
- O segundo período vai da dilatação completa até o nascimento do bebê. É o período expulsivo.
- O terceiro período vai do nascimento até a saída da placenta e das membranas.
O ACOG, o colégio americano de obstetras e ginecologistas, e o Manual MSD também falam em três estágios. Algumas fontes somam um quarto período, as 2 a 3 horas depois do parto (Cleveland Clinic, HealthLinkBC). Para o primeiro filho, o ACOG diz que o trabalho de parto dura, em geral, de 12 a 18 horas no total; depois de um parto anterior, de 8 a 10 horas.
| Fase | O que acontece | Duração típica |
|---|---|---|
| Fase latente | O colo do útero amolece, afina e começa a abrir, até 4 cm; as contrações ainda são irregulares (NHS, Caderneta, Diretrizes) | Muitas horas, às vezes dias (NHS) |
| Fase ativa | O colo abre de 4 a 5 cm (Caderneta), de 4 cm (Diretrizes) ou de 6 cm (ACOG) até 10 cm; as contrações ficam regulares e fortes | Em média 8 horas no primeiro parto, e é pouco provável que passe de 18; em média 5 horas nos seguintes, e é pouco provável que passe de 12 (Diretrizes) |
| Transição | De 8 a 10 cm; a fase mais intensa (Caderneta) | Em média de 15 a 60 minutos (Caderneta) |
| Expulsão | Dilatação completa, de 10 cm, e nascimento do bebê | Até 3 horas no primeiro filho e até 2 horas nos seguintes (NHS) |
| Dequitação | Saída da placenta | De alguns minutos até cerca de 1 hora (Caderneta); em geral até 30 minutos com ocitocina e até 1 hora sem ela (NHS) |
Infográfico
As fases do trabalho de parto, em resumo
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Primeiro período
Fase latente
- o colo do útero amolece, afina e começa a abrir
- muitas horas, às vezes dias
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Primeiro período
Fase ativa
- o colo abre de 4 a 5 cm (Caderneta), de 4 cm (Diretrizes) ou de 6 cm (ACOG) até 10 cm
- em média 8 horas no primeiro parto e 5 horas nos seguintes
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Primeiro período
Transição
- a fase mais intensa, em geral curta
- em média de 15 a 60 minutos
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Segundo período
Expulsão e nascimento
- até 3 horas no primeiro filho e até 2 horas nos seguintes
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Terceiro período
Dequitação da placenta
- de alguns minutos até cerca de 1 hora
- em geral até 30 minutos com ocitocina e até 1 hora sem ela
Fase latente: o começo, com dilatação de até 4 cm
Na fase latente, o colo do útero amolece, afina e começa a abrir (NHS). As Diretrizes Nacionais a definem como um período, não necessariamente contínuo, com contrações dolorosas e alguma modificação do colo, incluindo apagamento e dilatação até 4 cm. A Caderneta descreve contrações parecidas com cólicas, que vêm em ondas, ainda irregulares, em média a cada 5 a 6 minutos. Para o ACOG, a fase latente é uma dilatação mais lenta, que vai até o começo da mudança rápida, situado nos 6 cm.
As contrações podem ir de um leve desconforto a uma dor, sem um padrão fixo de frequência nem de duração (NHS). Você também pode notar dor nas costas, fezes mais soltas e uma secreção rosada, quando o tampão mucoso sai. O ACOG cita a perda do tampão e a bolsa rota entre as mudanças que podem indicar o começo do trabalho de parto.
A fase latente pode levar muitas horas ou até dias, e costuma ser a parte mais longa do trabalho de parto (NHS). O ACOG diz que a duração normal varia muito e que, no primeiro parto, uma fase latente de mais de 16 horas pode ser considerada prolongada. Mesmo assim, a maioria das pessoas entra na fase ativa com o tempo.
O que ajuda, segundo o NHS e a Caderneta:
- comer e beber alguma coisa, de preferência uma alimentação leve, porque você vai precisar de energia mais tarde
- se o trabalho de parto começar à noite, ficar confortável e dormir, se conseguir
- durante o dia, ficar em pé e se movimentar com calma, o que ajuda o bebê a descer
- exercícios de respiração, massagem, banho morno ou chuveiro, escalda-pés e compressas mornas para o desconforto
Segundo a Caderneta, sempre que possível essa fase pode acontecer em casa, com descanso e apoio de pessoas de confiança. Se você for à maternidade antes de o trabalho de parto estar estabelecido, a equipe pode sugerir que volte para casa por um tempo (NHS). Com até 3 cm de dilatação, as Diretrizes Nacionais orientam a equipe a encorajar isso, levando em conta as suas preocupações, a distância até o local do parto e o risco de o parto acontecer sem assistência.
Quando as contrações ficarem regulares, comece a cronometrar, no papel, com a tabela de contrações, ou com o nosso contador de contrações online, grátis. A Caderneta pede que você observe os intervalos das contrações nessa fase. No Brasil, não há uma regra nacional para a hora de ir: a Caderneta pede que você combine isso com a equipe do pré-natal. A Cleveland Clinic sugere ligar quando as contrações vierem a cada 5 minutos por pelo menos uma hora, e o artigo quando ir para a maternidade explica essa decisão e a regra 5-1-1.
Fase ativa: começa com 4 cm ou com 6 cm de dilatação?
Na fase ativa, o colo do útero abre mais depressa, e as contrações ficam regulares, mais longas e mais fortes. Onde ela começa depende da fonte:
- Na Caderneta da Gestante, a dilatação avança geralmente de 4 a 5 cm até 10 cm.
- Nas Diretrizes Nacionais, o trabalho de parto estabelecido começa com contrações regulares e dilatação progressiva a partir dos 4 cm.
- Nos Estados Unidos, a diretriz de 2024 do ACOG diz que 6 cm devem ser considerados o início da fase ativa.
O próprio ACOG observa que a aceleração pode acontecer em qualquer ponto entre 4 e 6 cm, então os dois limites descrevem a mesma mudança. A diferença pesa sobretudo em como a equipe avalia se o trabalho de parto está progredindo bem.
Na Caderneta, as contrações da fase ativa ficam mais fortes, regulares e frequentes, a cada 2 a 3 minutos, e duram mais de 30 segundos. Para a Caderneta, este é o momento de ir para a maternidade ou para o Centro de Parto Normal (CPN) de referência, e a Cleveland Clinic diz que, nessa fase, você já deve estar na maternidade. Isso não quer dizer que você deva esperar em casa até as contrações chegarem a esse ritmo: se a sua equipe combinou uma regra que manda ir antes, como a 5-1-1, ou se aparecer um sinal de alerta, vá antes. Veja também quanto tempo dura a contração e como é a dor da contração.
A fase ativa dura, em média, de 8 a 12 horas, segundo a Caderneta, que acrescenta que pode ser mais curta ou mais longa. Pelas Diretrizes Nacionais, ela dura em média 8 horas no primeiro parto e é pouco provável que passe de 18; nos partos seguintes, dura em média 5 horas e é pouco provável que passe de 12. A Cleveland Clinic fala em 4 a 8 horas.
O que ajuda, segundo a Cleveland Clinic e a Caderneta:
- caminhar e mudar de posição
- alongamentos leves e respiração profunda
- um banho morno (a Cleveland Clinic pede que não seja quente) ou o chuveiro, e massagem nas costas
- uma bola de parto
- um acompanhante
As Diretrizes Nacionais pedem que a equipe encoraje você a se movimentar e, sempre que possível, ofereça a imersão em água para aliviar a dor. A equipe também escuta os batimentos do bebê de tempos em tempos: em gestantes de baixo risco, as Diretrizes pedem a ausculta antes, durante e logo depois de uma contração, por pelo menos 1 minuto, a cada 30 minutos. Se a equipe precisar de mais informação, pode usar a cardiotocografia.
Transição: os últimos centímetros de dilatação
A transição é o fim do primeiro período. O colo do útero passa de cerca de 7 a 8 cm até a dilatação completa, segundo o HealthLinkBC, do Ministério da Saúde da Colúmbia Britânica, no Canadá. A Caderneta situa a transição entre 8 e 10 cm e a descreve como a fase mais intensa, mas em geral curta, com média de 15 a 60 minutos. O ACOG e a NICE não a definem como uma fase separada.
O HealthLinkBC e a Caderneta listam o que você pode sentir na transição:
- contrações fortes, a cada 2 a 3 minutos, que duram de 60 a 90 segundos
- pressão no bumbum, às vezes com vontade de fazer cocô
- momentos de pânico e confusão
- irritação, náuseas ou vômitos
- tremores nas pernas e ondas de frio e de calor
- um pequeno aumento do sangramento do colo do útero
- uma vontade forte de empurrar
Concentre-se em uma contração de cada vez e diga à equipe se sentir vontade de empurrar. Se ela vier antes da dilatação completa, o HealthLinkBC sugere ofegar durante a contração, e o Manual MSD diz que você deve resistir a esse impulso até o colo do útero estar completamente dilatado. Respirar com calma, manter o foco e receber apoio ajudam, segundo a Caderneta, que sugere a banheira, se houver.
Expulsão: o período expulsivo e o nascimento do bebê
O segundo período começa quando o colo do útero está totalmente dilatado e termina com o nascimento do bebê (ACOG). As Diretrizes Nacionais e a NICE o dividem em uma parte passiva, com o colo totalmente dilatado e sem vontade de empurrar, e uma parte ativa, em que a cabeça do bebê está visível ou você está empurrando.
Você pode sentir uma vontade de empurrar parecida com a de fazer cocô. Com peridural, pode não sentir nada (NHS). Você empurra durante as contrações, quando sentir vontade, e pode ficar sentada, de joelhos, deitada de lado, em pé ou de cócoras, o que funcionar melhor para você (NHS). A Caderneta cita também a banheira e a banqueta de parto, e as Diretrizes Nacionais recomendam apoiar os puxos espontâneos em mulheres sem analgesia, evitando os puxos dirigidos. Quando a cabeça do bebê aparece, você pode sentir uma ardência, o chamado “círculo de fogo” (Caderneta).
O NHS diz que a fase de empurrar não deve passar de 3 horas no primeiro filho e de 2 horas nos seguintes. O ACOG usa os mesmos limites para considerar o segundo período prolongado e, passado esse tempo, recomenda uma abordagem individualizada. Pelas Diretrizes Nacionais, a fase ativa do segundo período dura cerca de 0,5 a 2,5 horas no primeiro parto sem peridural e de 1 a 3 horas com peridural; nos partos seguintes, até 1 hora sem peridural e 2 horas com.
Quando a cabeça do bebê está quase saindo, a equipe pode pedir que você pare de empurrar e respire em pequenas inspirações, para a cabeça nascer devagar e com delicadeza (NHS). Depois que a cabeça nasce, o resto do corpo costuma sair nas 1 ou 2 contrações seguintes.
Dequitação da placenta e as horas depois do parto
Depois do nascimento, o útero volta a contrair, e a placenta sai (NHS). A Caderneta diz que a dequitação pode durar de alguns minutos até cerca de 1 hora, que as contrações ficam mais fracas e que o contato pele a pele com o bebê ajuda o útero a contrair. Há duas formas de conduzir essa fase:
- Na conduta ativa, você recebe uma injeção de ocitocina, e a placenta costuma sair em até 30 minutos. Ela diminui o risco de sangramento forte, mas aumenta a chance de náuseas e vômitos e pode piorar as cólicas depois do parto (NHS).
- Na conduta fisiológica, não há injeção, e a placenta pode levar até uma hora para sair (NHS).
As Diretrizes Nacionais recomendam a conduta ativa, porque ela está associada a menor risco de hemorragia e de transfusão de sangue, e consideram o terceiro período prolongado depois de 30 minutos. Se você tem baixo risco de hemorragia e pede a conduta expectante, a fisiológica, a sua escolha deve ser apoiada. A equipe deve explicar as duas opções antes do parto, e o ideal é conversar sobre isso ainda na gestação.
As 2 a 3 horas depois da saída da placenta às vezes são chamadas de quarto período. A equipe observa se há sangramento anormal, e você tem um tempo para ficar com o bebê (Cleveland Clinic).
Ligue na hora, seja qual for o ritmo das contrações
Se algum destes sinais aparecer, não espere as contrações entrarem num padrão. Ligue na hora para a maternidade, seu médico ou sua enfermeira obstétrica, de dia ou de noite. A lista segue o NHS, o serviço público de saúde do Reino Unido, e o ACOG, o colégio americano de obstetras e ginecologistas. O limite da febre segue a Caderneta da Gestante, do Ministério da Saúde.
- A bolsa estourou, mesmo que você ainda não tenha contrações.
- O líquido tem cor, como verde ou amarelo, ou tem cheiro ruim.
- Você está com sangramento pela vagina. Um pouco de sangue no tampão mucoso pode fazer parte; se for mais do que isso, ligue.
- O bebê está se mexendo menos do que de costume.
- Você sente uma dor forte e constante, que não alivia entre as contrações.
- Você está com febre de 37,8 °C ou mais.
- Você está com menos de 37 semanas e acha que o trabalho de parto pode ter começado.
- Uma contração dura mais de 2 minutos, ou você tem 6 contrações ou mais em 10 minutos.
- Você está em dúvida ou preocupada. Pode ligar a qualquer hora.
Ligue para o SAMU (192) se sentir uma vontade muito forte de fazer força e achar que o bebê vai nascer agora.
Fontes desta lista: NHS: Signs that labour has begun (2023); NHS: Pregnancy symptoms you need to get help for; ACOG: How to tell when labor begins; Ministério da Saúde: Caderneta Brasileira da Gestante (2026)
Perguntas frequentes
Quais são as 4 fases do trabalho de parto?
Depende de como a fonte conta. A Caderneta da Gestante descreve cinco etapas: fase latente, fase ativa, fase de transição, fase de expulsão e dequitação da placenta. As Diretrizes Nacionais, o Manual MSD e o ACOG falam em três períodos ou estágios: a dilatação do colo do útero até 10 cm, a expulsão do bebê e a saída da placenta. Algumas fontes somam um quarto período, as 2 a 3 horas depois da saída da placenta (Cleveland Clinic), em que a equipe observa se há sangramento anormal.
Qual é a fase mais longa do trabalho de parto?
O primeiro período. Dentro dele, a fase latente costuma ser a parte mais longa e pode levar muitas horas ou até dias (NHS). Pelas Diretrizes Nacionais, a fase ativa dura em média 8 horas no primeiro parto. A expulsão e a dequitação levam, em geral, de minutos a poucas horas.
Com quantos centímetros de dilatação começa a fase ativa?
Depende da fonte. Para a Caderneta da Gestante, a dilatação avança, geralmente, de 4 a 5 cm até 10 cm. As Diretrizes Nacionais consideram o trabalho de parto estabelecido a partir de 4 cm, com contrações regulares. Nos Estados Unidos, o ACOG considera 6 cm o início da fase ativa e observa que a aceleração da dilatação pode acontecer entre 4 e 6 cm. A fase ativa termina com a dilatação completa, de 10 cm.
Com 7 cm de dilatação, quanto tempo falta para o parto?
Ninguém consegue prever só pela dilatação. Aos 7 cm, você ainda está na fase ativa, perto da transição, que a Caderneta da Gestante situa entre 8 e 10 cm e diz que dura em média de 15 a 60 minutos. Depois vem a expulsão, que pode levar até 3 horas no primeiro filho e até 2 horas nos seguintes (NHS). A Caderneta lembra que cada parto acontece de um jeito, no tempo do corpo da gestante e do bebê.
Quanto tempo dura a fase latente?
Pode levar muitas horas ou até dias (NHS), e a NICE a define como um período não necessariamente contínuo. O ACOG observa que a duração varia muito e que, no primeiro parto, uma fase latente de mais de 16 horas pode ser considerada prolongada. Mesmo assim, a maioria das pessoas entra na fase ativa com o tempo. O Manual MSD dá cerca de 8 horas no primeiro parto, em geral não mais de 20, e cerca de 5 horas nos seguintes, em geral não mais de 14.
Preciso estar na maternidade na fase ativa?
Em geral, sim. Para a Caderneta da Gestante, a fase ativa é o momento de ir para a maternidade ou para o Centro de Parto Normal de referência. A Cleveland Clinic diz que você pode ficar em casa no começo, mas deve estar na maternidade na fase ativa, e sugere ligar quando as contrações vierem a cada 5 minutos por pelo menos uma hora. O NHS orienta ligar para pedir orientação quando as contrações regulares vierem a cada 5 minutos ou menos. Ligue na hora se a bolsa estourar, se houver sangramento ou se o bebê estiver se mexendo menos (NHS). Siga a regra que você combinou com a sua equipe.
Fontes
- Ministério da Saúde: Caderneta Brasileira da Gestante (2026)
- Ministério da Saúde: Diretrizes Nacionais de Assistência ao Parto Normal, versão resumida (2017)
- Manual MSD Versão Saúde para a Família: Trabalho de parto (2024)
- ACOG: First and Second Stage Labor Management, Clinical Practice Guideline No. 8 (2024)
- NICE: Intrapartum care, guideline NG235 (2023, atualizada em 2026)
- NHS: The stages of labour and birth (2023)
- Cleveland Clinic: Stages of Labor (2025)
- HealthLinkBC (BC Ministry of Health): Baby's Best Chance, Stages of Labour (2024)
- ACOG: How to Tell When Labor Begins, patient FAQ (reviewed 2025)
Este artigo não substitui orientação médica. Na dúvida, ligue sempre para a maternidade, seu médico ou sua enfermeira obstétrica. Em uma emergência, ligue para o SAMU (192).
